E numa fracção de segundo tudo muda. O mundo desaba. Sem razão aparente. As coisas acontecem, sem termos tempo de nos prepararmos para elas. As pessoas partem sem termos tempo de nos despedirmos. As luzes apagam-se sem termos tempo de lhes ver o brilho. As cortinas fecham-se sem termos tempo de aplaudir. A música acaba sem termos tempo de identificar o cantor que a canta. O arco-íris desaparece sem termos tempo de chegar ao pote de ouro que há na ponta. As memórias consomem-se sem termos tempo de as divulgar. As notícias correm sem termos tempo de primeiro as contar. As coisas são descobertas sem termos tempo de ser nós a descobrir. Mas um dia, um dia vou ser eu a decidir. Vou decidir se quero a minha vida traçada a lápis de cor ou a lápis de carvão. E nesse momento, eu serei certamente feliz.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
E numa fracção de segundo, tudo muda
E numa fracção de segundo tudo muda. O mundo desaba. Sem razão aparente. As coisas acontecem, sem termos tempo de nos prepararmos para elas. As pessoas partem sem termos tempo de nos despedirmos. As luzes apagam-se sem termos tempo de lhes ver o brilho. As cortinas fecham-se sem termos tempo de aplaudir. A música acaba sem termos tempo de identificar o cantor que a canta. O arco-íris desaparece sem termos tempo de chegar ao pote de ouro que há na ponta. As memórias consomem-se sem termos tempo de as divulgar. As notícias correm sem termos tempo de primeiro as contar. As coisas são descobertas sem termos tempo de ser nós a descobrir. Mas um dia, um dia vou ser eu a decidir. Vou decidir se quero a minha vida traçada a lápis de cor ou a lápis de carvão. E nesse momento, eu serei certamente feliz.
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